quinta-feira, 6 de agosto de 2015

17:49 - No comments

Perdida @LeitoraSonhadora

Autora: Carina Rissi
Gênero: Romance
Oi gente! A frequência dos posts estão menores (falta do que ler), mas hoje eu vim falar de um livro bem "mágico" que eu li. Na verdade, o que me encantou no começo foi a capa, quando eu vi ela eu pensei "Cara, eu tenho que ter esse livro!". Sei lá, parecia tão especial (simples, porém especial)...
O livro conta a história de Sofia, uma jovem de uns vinte e poucos anos, completamente cética, do tipo que adia todos os seus sonhos, e acaba vivendo apenas no futuro. Já da pra imaginar como ela é, né?! Bem, certa noite, em uma comemoração, ela acaba bebendo demais. Depois, acaba deixando o telefone cair na privada! Sofia é uma completa dependente das tecnologias da atualidade, nem sabe viver sem elas (essa parte é importante, viu?), por isso, compra um logo na manhã seguinte, o compra de uma vendedora meio estranha. Mas, logo que tenta ligar o aparelho, uma luz branca aparece e a leva para... 1830! Isso mesmo que você leu, 1830, meio louco, né? E óbvio que ela achou que estivesse maluca, porque, fala sério! Tudo que ela mais quer é voltar para casa, até que ela acaba se apaixonando por Ian, um jovem elegante, galantiador, lindo, educado,... Devo continuar? Capaz de tirar qualquer uma do sério! Ela tenta evitar, tipo, muito! Mas acaba se apaixonando. 
A história é linda, incrível, emocionante. Ok, não foi o melhor livro que eu já li, mas um dos! É como um conto de fada, tem tudo e muito mais. Te faz sonhar, e muito. Só achei meio exagerado o fato de o Ian ser tão perfeito! Tipo, chega a passar a impressão que no século XIX as pessoas sejam perfeitas, o que duvido muito. Mas, é praticamente um conto de fadas maior, e neles é assim mesmo. Gostei bastante, e também nos faz rever nossas próprias opiniões, nossos conceitos e nossa forma de vem a vida.
Boa leitura!
@LeitoraSonhadora

domingo, 2 de agosto de 2015

12:15 - No comments

Cidades de Papel @LeitoraSonhadora

Autor: John Green
Gênero: Romance, aventura, mistério...
   Oi gente! Eu sei tô SUPER atrasada pra ler esse livro, quer dizer, o filme até já saiu (inclusive eu vi o filme antes de ler o livro, desculpa, não tive escolha). Basicamente, eu DEVOREI o livro (pra falar a verdade eu não li tão seguida assim, porque não queria que terminasse, mas foi rápido mesmo assim / :'( /).
   A história é sobre Quentin Jacobsen, um "jovem adulto" típico americano (nerd), que tem uma paixão definitivamente platônica pela sua vizinha Margo Roth Spiegelman, desde os dois anos de idade. Os dois, por serem vizinhos, foram amigos durante a infância, mas acabam se afastando durante a adolescência. Até que certa noite, faltando mais um menos um mês para a formatura, Margo entra pela sua janela e o convida (pra falar a verdade é quase uma intimação) para uma aventura noturna de vingança. Ele acaba aceitando, e vive a melhor noite de sua vida! Ele esperava que no dia seguinte após a "grande aventura", que eles se tornariam próximos na escola e tal, mas ao invés disso, Margo simplesmente some. Não é sua primeira fuga, na verdade todos já estavam acostumados com as fugas do "Mito Margo Roth Spiegelman", mas Q encontra pistas (que ela sempre deixa pra alguém), e resolve ir atrás de quem ele pensa ser (e talvez seja) o amor da sua vida. Acontece que aos poucos ele vai descobrindo que não a conhece tão bem como imaginava, na verdade, ninguém conhecia. E vai se afastando aos poucos da garota misteriosa e aventureira que ele imaginava, e descobre a verdadeira pessoa que é Margo.
    Um monte de gente disse que odiou o livro, principalmente o final, eu não. Inclusive acho que pelo menos algumas (pra não generalizar) dessas pessoas não tenham entendido que A Culpa é das Estrelas (talvez o maior sucesso do autor) e Cidades de Papel são obras diferentes. Esperavam ler, de certa forma, outro A Culpa é das Estrelas, e é justamente disso John Green tenta mostrar com Cidades de Papel, que, pra falar a verdade, é meu novo livro favorito do autor.
   O livro fala de como muitas vezes esperamos que as pessoas sejam diferentes de quem elas realmente são, de como passamos mais tempo idealizando as pessoas e as colocando em pedestais (ou o contrário), do que tentando conhecê-las de verdade, mas pessoas são só pessoas. Eu gostei do final, adorei, sabe por quê? Porque ele é real. Porque talvez não seja perfeito, mas é real. Eu li indico completamente. E pra quem estiver interessado em saber as palavras do próprio John Green < - clique aqui.
Boa leitura! <3
@LeitoraSonhadora